Esta entrada foi publicada em
Fevereiro 29, 2008 às 12:58 am e é arquivado em Aju Song's. Você pode seguir qualquer respostas para esta entrada através de RSS 2.0 feed.
Você pode deixe uma resposta, ou trackback do seu próprio site.
Difícil falar do amor
Ele fugidio, abstraído, confuso
Um nome dado a um sentimento
Sintomático da Silva
Dos sobrenomes todos da vida.
E quem é ele, um vulto
Na multidão dos tristes
Na reunião dos rebelados
Rompidos a sangue e fogo
Com suas práticas sentenciadas?
Difícil dirigir-se a ele,
Pairar sobre as montanhas,
Às vezes ir muito além,
E gritar por qualquer nome,
Até que se manifeste, o nefasto,
A má obra, peça inacabada.
E como se anunciarão seus dentes,
O seu semblante como se verá,
Algo deplorável, compassivo à dor.
Desconfiável, improvável que assim se mostre.
Deve vir como uma presa astuta,
Pulando de galho em galho, irritadiço,
Fazendo caras e bocas, brincando à toa,
Fazendo loas, cambalhotadas,
De nada ouvindo, tudo calando,
O amor vem dando visões de barcos,
Em pleno mar, que ora aparecem,
Logo se escondem por trás das ondas,
Em descompasso, com os olhos turvos
Que sobem e descem desesperados.
Um beijo, espero que sejas minha parceira, doravante.
Fevereiro 29, 2008 às 3:15 am
p vc tb, meu querido!
Fevereiro 29, 2008 às 10:01 am
yeh,yeh,yeh…..Aju sempre mando bem nas melodias!
Ótimo fim de semana pra ti
Fevereiro 29, 2008 às 12:41 pm
Aaaaaaaaaaaaaaaah!
Infelizmente aqui no tronco, não abre esse tipo de coisa.
Vou ter q ver de casa, Ok?!
Fevereiro 29, 2008 às 3:04 pm
AMOR
Difícil falar do amor
Ele fugidio, abstraído, confuso
Um nome dado a um sentimento
Sintomático da Silva
Dos sobrenomes todos da vida.
E quem é ele, um vulto
Na multidão dos tristes
Na reunião dos rebelados
Rompidos a sangue e fogo
Com suas práticas sentenciadas?
Difícil dirigir-se a ele,
Pairar sobre as montanhas,
Às vezes ir muito além,
E gritar por qualquer nome,
Até que se manifeste, o nefasto,
A má obra, peça inacabada.
E como se anunciarão seus dentes,
O seu semblante como se verá,
Algo deplorável, compassivo à dor.
Desconfiável, improvável que assim se mostre.
Deve vir como uma presa astuta,
Pulando de galho em galho, irritadiço,
Fazendo caras e bocas, brincando à toa,
Fazendo loas, cambalhotadas,
De nada ouvindo, tudo calando,
O amor vem dando visões de barcos,
Em pleno mar, que ora aparecem,
Logo se escondem por trás das ondas,
Em descompasso, com os olhos turvos
Que sobem e descem desesperados.
Um beijo, espero que sejas minha parceira, doravante.
Naeno
Fevereiro 29, 2008 às 5:35 pm
O que é que esse Naeno está sentindo??
hahahahaha
Bom fds!
;*
Fevereiro 29, 2008 às 9:10 pm
Mlekeeeeeeeee…sumi geral! Ode crer… sabe como eh, foda..
mto trabalho, e agora to namorando de novo, pense, o poco tempo q sobra ..é com ela! =D
Mas vo ver se volto a att aquela joça!!!
Abraçoooooo
Fevereiro 29, 2008 às 9:51 pm
Gosto de conhecer as bandas que vc me apresenta..
Big Beijos
Março 1, 2008 às 11:39 pm
Como acontece quase sempre com as músicas que vc posta, não conhecia essa tbem… mas gostei bastante, já tô até tentando baixar…
Bom findi!!!…
Bjs..
Março 2, 2008 às 12:20 pm
O clipe parece ser legal, mais infelizmente no pc que eu to hoje não rola youtube. Mas depois eu dou uma passada pra assistir.
Faloww e bom domingo.
Março 2, 2008 às 3:21 pm
Fazia teeeeempos q n via um Aju´s song!!!
Bjokas
Bom domingo
Março 2, 2008 às 7:32 pm
sempre que eu entro aqui está na parte do aju´s songs. e eu tenho uma preguiiiiça de abrir o youtube…
mas a história do ônibus foi engraçada.
e parabéns pelo mestrado!
:**